PAVRAS DE SALVAÇÃO


"Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido." (João 10 : 14)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

POLÍTICA E SOCIEDADE



Ao informarem suas ocupações à Justiça Eleitoral, 1.961 candidatos disseram ser deputados, vereadores, senadores, governadores e ministros de Estado. Juntos, os políticos ocupam o primeiro lugar na lista de postulantes a um cargo eletivo. O número de políticos na disputa aumentou 6,5% em relação a 2006, quando 1.841 concorreram. Na última eleição, eles também foram maioria das profissões especificadas. “Outros”, contudo, continua sendo, em números absolutos, a principal opção dos 21.659 candidatos ao declarar a própria ocupação. “A pessoa muitas vezes coloca político como profissão porque dá prestígio ou porque não exerce mais a própria profissão há muito tempo”, avalia o cientista político David Fleischer, professor da UnB.

ESPAÇO TEOLÓGICO



DIACONISAS: QUEM ERAM?

Em síntese: São Paulo e antigos documentos da Igreja referem-se a diaconisas. Eram mulheres de conduta irrepreensível chamadas a participar dos serviços que a Igreja prestava a pessoas do sexo feminino, principalmente por ocasião do Batismo (ministrado por imersão). Recebiam o seu ministério pela imposição das mãos do Bispo, que não conferia caráter sacramental. – Com a rarefação do Batismo de adultos, foi-se extinguindo a figura da diaconisa na Igreja a partir do século VI.
Pensando na promoção da mulher em nossos dias, há quem proponha seja ela chamada ao diaconato, como parece ter acontecido nos primeiros séculos da Igreja, quando havia diaconisas. Torna-se assim necessário investigar quem eram as diaconisas da Antigüidade.
1. Fundamentação bíblica
É São Paulo quem se refere às diaconisas em três passagens:
1.1. Rm 16, 1
O Apóstolo está em Corinto, onde escreve uma carta que a diaconisa Febe da vizinha cidade de Cencréia deverá levar a Roma. Recomenda-a nestes termos:
“Recomendo-vos Febe, nossa irmã, diaconisa da igreja de Cencréia, para que a recebais no Senhor de modo digno, como convém a santos e lhe assistais em tudo de que precisar, porque também ela ajudou a muitos, a mim inclusive”.
O Apóstolo não fornece indicação alguma sobre o ministério diaconal de Febe.
1.2. 1Tm 3,11
“Também as mulheres devem ser respeitáveis, não maledicentes, sóbrias, fiéis em todas as coisas”.
O contexto mostra que São Paulo não fala das mulheres em geral mas da categoria das diaconisas, que vêm a propósito na exortação dirigida aos diáconos Há quem prefira dizer que se trata aí das esposas dos diáconos – o que parece pouco provável, pois em tal caso o Apóstolo teria escrito: “As suas esposas…”
1.3. 1Tm 5, 9-11
“Uma mulher só será inscrita na categoria das viúvas com não menos de sessenta anos, se tiver sido esposa de um só marido, se tiver em seu favor o testemunho de suas boas obras, criado os filhos, sido hospitaleira, lavado os pés dos santos, socorrido os atribulados, aplicada a toda obra boa. Rejeita as viúvas mais jovens; quando os seus desejos se afastam do Cristo, querem casar-se, tornando-se censuráveis por terem rompido o seu primeiro compromisso”.
Pergunta-se se tais viúvas eram diaconisas. A resposta mais provável distingue-as; ao lado das diaconisas (para as quais não havia limite de idade), estariam viúvas de boa conduta auxiliando a Igreja em funções diversas.
Na tradição encontram-se as duas interpretações: ora viúvas e diaconisas são identificadas entre si, ora distintas umas das outras, sendo mais freqüente esta última sentença. Assim, por exemplo, se lê nas Constituições Apostólicas VI 17, obra datada do século IV:
“Seja assumida como diaconisa uma virgem pura ou ao menos uma viúva fiel honrada, que se tenha casado uma só vez”.
Ao passo que a diaconisa e instituída pela imposição das mãos, tal gesto não se aplica às viúvas; cf. ibid. VIII 24.
O apócrifo Testamento de Nosso Senhor Jesus Cristo também distingue das diaconisas as viúvas: estas recebem a bênção d Bispo e as incumbências de louvar a Deus nos sábados e domingos, nas festas da Epifania, da Páscoa e Pentecostes, instruir as catecúmenas, visitar as enfermas, ungir as mulheres por ocasião do seu Batismo. – Para as diaconisas, resta como principal função levar a S. Eucaristia aos enfermos.
São estes traços entre outros, que levam a distinguir das diaconisas as viúvas.
2. A Tradição
O mais antigo testemunho é o de Plínio o Jovem, governador da Bitínia (Ásia Menor), que, tendo recebido a ordem de prender os cristãos em 112 escrevia ao imperador Trajano ter submetido à tortura duas cristãs honradas com o título de ministras (ministrae).
Cinqüenta anos mais tarde terá escrito o Papa Sotero (166-175) aos Bispos da Itália:
“Foi comunicado a esta Sé Apostólica que algumas mulheres consagradas a Deus e religiosas tomam a liberdade, nas vossas regiões, de tocar nos vasos sagrados e nas santas palas e de incensar o altar ao redor. Tal prática abusiva e digna de censura merece a rejeição de todo homem sábio.
Conseqüentemente, no exercício da autoridade desta Santa Sé ordenamos que essas coisas sejam radicalmente supressas dentro de um prazo mínimo e, a fim de que não se repitam, mandamos que quanto antes sejam banidas das vossas províncias” (citado pelo pseudo-Isidoro, Coletânea de leis do século IV).
3. Sacramento: sim ou não?
Para responder a tal pergunta, examinaremos a prece de investidura de uma diaconisa conforme as Constituições Apostólicas VIII 19s:
“Bispo, tu lhe imporás as mãos com a assistência do presbítero, dos diáconos e das diaconisas e dirás: Deus eterno, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Criador do homem e da mulher, Vós que enchestes com vosso espírito Maria, Débora, Ana e Holda, Vós que não quisestes deixar de fazer que o vosso Filho único nascesse de uma mulher, Vós que no tabernáculo da Aliança e no templo estabelecestes mulheres como guardiãs de vossas santas portas, lançai agora um olhar sobre vossa serva que aqui está, destinada ao diaconato. Dai-lhe o Espírito Santo, purificai-a de toda mancha corporal e espiritual, a fim de que exerça dignamente o ofício que lhe será confiado, para a glória vossa e o louvor do vosso Cristo com o qual e com o Espírito Santo Vos seja dada toda honra e adoração, santamente pelos séculos sem fim”.
Neste texto é importante a referência à imposição das mãos. Esta vem a ser um gesto polivalente, podendo significar transmissão de graça, de faculdades, de saúde, de bênção… ou a investidura de uma diaconisa não tem valor sacramental neste caso, pois nunca na Liturgia e no Direito antigos a diaconisa foi equiparada ao diácono; a contrario sempre lhe foram vedadas as funções do diácono e do presbítero, apesar das investidas para exerce-las. Observa S. Epifânio (+ 403):
“Se no Novo Testamento as mulheres fossem chamadas a exercer o sacerdócio ou algum outro ministério canônico, a Maria deveria ter sido confiado, em primeiro lugar, o ministério sacerdotal; Deus, porém, dispôs as coisas diversamente; não lhe conferiu nem mesmo a faculdade de batizar.
Quanto à categoria das diaconisas, existente na Igreja, não foi destinada a cumprir funções sacerdotais ou outras similares. As diaconisas são chamadas a salvaguardar a decência que se impõem no tocante ao sexo feminino, seja cooperando na administração do sacramento do Batismo, seja examinando as mulheres afetadas por alguma enfermidade ou vítimas de violência, seja intervindo todas as vezes que se trate de descobrir o corpo de outras mulheres a fim de que o desnudamento não seja exposto aos olhares dos homens que executam as santas cerimônias, mas seja considerado unicamente pelo olhar das diaconisas” (Panarion LXXIX 3).
Como se vê, S. Epifânio, representando a tradição, vê nas diaconisas auxiliares no trato pastoral das mulheres. Tal ministério fica portanto claramente distinto do ministério dos diáconos.
Ademais é de notar: o próprio São Paulo estima e recomenda a diaconisa Febe (Rm 16, 1), mas não queria que a mulher falasse em público na igreja (o que é incompatível com o diaconato propriamente dito). Ver 1Cor 14, 34s:
“Como acontece em todas as assembléias dos Santos estejam caladas as mulheres na Igreja, pois não lhes é permitido tomar a palavra. Devem ficar submissas como diz também a Lei. Se desejam instruir-se sobre algum ponto, interroguem os maridos em casa; não é conveniente que uma mulher fale nas assembléias”.
Em 1Tm 2, 11s volta a advertência:
"Durante a instrução a mulher conserve o silêncio com toda submissão. Não permito que a mulher ensine ou domine o homem”.
Quem escreveu tais sentenças, não teria tolerado ver uma diaconisa pregar o Evangelho. Não há dúvida as restrições feitas pelo Apóstolo às mulheres são a expressão de uma cultura já ultrapassada; hoje em dia não têm mais vigência; como quer que seja, contribuem para corroborar a interpretação que vê, antes do mais, nas diaconisas colaboradoras no serviço pastoral às mulheres.
Nem por isto a mulher é menos apreciada do que o homem por parte da Igreja. Tenham-se em vista as palavras do Papa João Paulo II em sua Carta Apostólica sobre a Dignidade da Mulher nº 26s:
“É de notar que Cristo só chamou homens para serem seus Apóstolos. Fazendo isto, o Senhor agiu de maneira livre e soberana; não se creia que Jesus, assim procedendo tenha apenas procurado conformar-se à mentalidade discriminatória dominante em sua época; Ele não fazia accepção de pessoas (cf. Mt 22, 16). Em conseqüência somente os doze Apóstolos receberam o mandato: “Fazei isto em memória de mim” (Lc 22, 19; 1Cor 11, 24). Somente eles na tarde da Ressurreição receberam o Espírito Santo para perdoar os pecados (cf. Jô 20, 22s). Daí se pode deduzir que o sacramento da Ordem, que perpetua a ação redentora de Cristo mediante seus ministros, é destinado aos homens apenas, como aliás já observou a Congregação para a Doutrina da Fé na Declaração Inter Insigniores de 15/10/76.
O Dom da Esposa
A mulher participa do sacerdócio universal de todos os fiéis, derivado dos sacramentos do Batismo e da Crisma. Assim todos têm parte na grande oblação que Cristo fez de Si mesmo ao Pai no Calvário e que Ele perpetua na Eucaristia.
Na Igreja o que valoriza alguém não é o seu grau hierárquico (embora tenha significado importante), mas é a santidade. O Concílio do Vaticano II recordou que na linha da santidade precisamente a mulher Maria de Nazaré é figura da Igreja Contemporaneamente a Maria e depois dela, numerosas mulheres – ao lado dos homens – se destacaram por sua santidade ou por seu amor esponsal a Cristo. Tais foram, entre outras: as mulheres que acompanhavam Jesus durante a sua vida mortal e estiveram presentes no Cenáculo de Pentecostes (cf. Lc 8, 1-3 At 1, 14; 2, 1-3); as mulheres que tiveram parte na vida da Igreja nascente (a diaconisa Febe, de Cêncreas, cf. Rm 16, 1; Prisca, cf. 2Tm 4, 19; Evódia e Síntique, cf. Fl 4, 2; Maria, Trifena, Pérside Trifosa cf. Rm 16, 6-12)… Em todas as épocas houve mulheres perfeitas (Pr 31, 10), que corajosamente participaram da missão da Igreja: Mônica mãe de Agostinho, Macrina, Olga de Kiev, Matilde da Toscana, Edviges da Silésia, Edviges de Cracóvia, Elisabete da Turíngia, Brígida da Suécia, Joana d’Arc, Rosa de Lima, Elisabete Seaton, Mary Ward… além das doutoras Santa Catarina de Sena, Santa Teresa de Ávila e Santa Teresinha de Lsieux.
Também em nossos dias a Igreja não cessa de enriquecer-se com o testemunho de numerosas mulheres que realizam a sua vocação à santidade. As mulheres santas são uma personificação do ideal feminino e um modelo para todos os cristãos”.
Em poucas palavras: o que dá valor a alguém não é o cargo que ocupa, mas a santidade de vida que essa pessoa leva.
Em suma, tendo em vista ainda outros documentos da Tradição, pode-se dizer que as diaconisas exerciam funções concernentes às mulheres, especialmente por ocasião do Batismo, que era ministrado por imersão; era-lhes atribuído igualmente o encargo de atender aos pobres, aos peregrinos e aos enfermos, cujas casas elas visitavam; preparavam outrossim os cadáveres de mulheres para o sepultamento. Embora muito próximas dos diáconos, eram subordinados a estes; só podiam agir com a aprovação destes. Nas Constituições Apostólicas VIII 28 lê-se:
“A diaconisa não dá a bênção, nem faz o que fazem os presbíteros e os diáconos; apenas ela guarda as portas e, quando as mulheres são batizadas, ela assessora o sacerdote, tendo em vista a decência”.
Registraram-se no decorrer dos tempos tentativas de burlar tais normas. Daí os numerosos decretos pontifícios e conciliares que proíbem às mulheres fazer homilias no culto sagrado, o serviço do altar, a administração do sacramento do Batismo, Ver Didascalia III 5, 6 (obra do início do século III).
As diaconisas eram solteiras ou viúvas; não lhes era lícito casar-se.
Na medida em que foi declinado o costume de batizar adultos, foi também perdendo sua razão de ser o diaconato feminino; a partir do século VI no Ocidente foi-se extinguindo tal instituição; no Oriente a extinção foi mais lenta visto que aí as diaconisas gozavam de grande estima principalmente em Constantinopla. Famoso é o caso de Olimpíada no século IV: viúva aos dezoito anos de idade, recusou todas as propostas do imperador Teodósio; tornou-se amiga de São João Crisóstomo, que ela muito ajudou, compartilhando suas labutas e distribuindo aos pobres da diocese elevada quantia de dinheiro; foi-lhe solidária as tribulações, aceitando ser perseguida com ele reconfortou-o no exílio, vindo a falecer em 410, discípulas e colaboradoras de São João Crisóstomo foram também as diaconisas Prócula e Pentádia, a quem ele dirigiu várias cartas. Sejam citadas ainda Anastácia, que manteve intercâmbio epistolar com o Patriarca Severo de Antioquia; Macrina, irmã de São Basílio e São Gregório de Nissa (mulher tida como muito bela, que recusou quanto se lhe oferecia, para dedicar-se totalmente ao serviço do Senhor); tinha uma amiga chamada Lampádia, que lhe seguiu as pegadas. No século VI foi muito estimada a diaconisa Basilina.
Acontecia que as esposas de altos dignitários eclesiásticos eram obrigadas pelos cânones sagrados a receber o diaconato ou, ao menos, a não contrair novas núpcias em caso de viuvez (recebiam então o diaconato); tal foi o caso de Teosébia, esposa de S. Gregório de Nissa (que se casara com ela antes de receber o presbiterato).
Ultimamente têm-se realizado Cursos destinados a preparar mulheres para uma eventual ordenação. – A Santa Sé, porém, declarou não terem propósito tais Cursos, visto que a Igreja não pensa em satisfazer a tal objetivo.

ESPAÇO FILOSÓFICO

PENSE EM QUALQUER COISA...MENOS NUM GATO ROXO COM BOLINHAS AMARELAS

É óbvio que para saber no que não devo pensar tenho que fazer uma representação mental do significado, ou seja, criar a imagem (pensar). É comum que a criança advertida pela mãe sobre o risco de deixar derramar o leite, o faça. Isto acontece porque o cérebro de um modo instantâneo representa a imagem do comportamento indesejado, que por vezes se concretiza.
Significado é a idéia que se faz de um objeto, sugerido por sua imagem acústica ou significante, ou seja, é a representação mental que fazemos das coisas. É o fruto das experiências em consonância com os nossos valores e crenças.
Como um computador poderoso e eficiente, a mente corresponde imediatamente ao som ou imagem cuja representação foi construída ao longo dos tempos, conforme as experiências vividas por cada pessoa.
Se um grupo de amigos assistirem o mesmo filme contarão diferentes estórias ao sair do cinema. O filme evidentemente é o mesmo, no entanto o significado atribuído muda de pessoa para pessoa.
Agora pense em qualquer música desde que não seja o Hino Nacional Brasileiro...

ESPAÇO CNBB



O IDOSO NA IGREJA E NA SOCIEDADE



O mundo atual tem provocado uma grande inversão de valores. Antigamente, respeitavam-se os mais velhos porque se acreditava que a sua experiência lhes conferia sabedoria. Os conselhos, as advertências deles eram de grande valia na solução dos obstáculos que os jovens deveriam enfrentar. Havia mesmo um consenso popular de que se deveriam respeitar os cabelos brancos dos idosos.
Sabemos que idade não confere a ninguém santidade, mas sabemos também que os idosos já sofreram maiores decepções, já lutaram, já realizaram alguma coisa que os mais novos estão começando a querer realizar. Além disso, os sofrimentos por que passa uma pessoa que já viveu mais burila o seu Ser, tornando-o mais capaz de compreender a vida como um todo.
O episódio da pecadora que estava sendo apedrejada nos remete a uma reflexão oriunda de um pequeno detalhe. Quando Jesus adverte de que quem não tiver culpa atire a primeira pedra, o texto fala que todos foram saindo, a começar pelos mais velhos.
Bem, podemos pensar que os mais velhos, por terem vivido mais, erraram mais. Porém, podemos pensar também que os mais velhos, justamente por terem vivido mais, têm maior consciência de suas faltas, por experiência e por terem desenvolvido, através dos anos, maior consciência do que é certo ou errado.
Grande parte ou a maioria das pessoas tem preconceito contra o idoso. Acham que ele é “gagá”, que não fala coisa com coisa, que está desatualizado. Mas se esquecem que esse velho “gagá” foi quem construiu alguma coisa para que ele, jovem, hoje, tenha condições de vida melhor. Esquece-se também que os jovens de hoje serão os velhos de amanhã e com menos jovens para cuidar deles.
Na Igreja também sentimos às vezes, esse preconceito, infelizmente. Alguns preferem ouvir a homilia de um padre jovem e despreza as palavras de um padre idoso. Também alguns leigos idosos são rechaçados no seu trabalho pastoral, pela preferência pelo leigo jovem. É a sociedade influindo negativamente na Igreja.
Precisamos de sangue novo, é certo. Renovar é sempre positivo. Mas precisamos nos lembrar de que o espírito jovem não é privilégio dos moços. Há idosos que têm o coração cheio de amor, de esperança, de otimismo e que podem dar o seu quinhão por uma Igreja cada vez mais anunciadora do Evangelho. E há jovens que questionam tudo, sem encontrar soluções e que não têm nada a acrescentar ao enriquecimento da sociedade. É bom lembrar que existem jovens na idade e velhos na mentalidade; velhos na idade e jovens na mentalidade.
Na verdade, podemos debitar isto a jovens e velhos que, em busca de valores temporais, estão deixando de lado os valores eternos. A sociedade precisa ser revista, analisada novamente e refeita.
O amor não tem idade. Pode florescer e crescer no coração de crianças, de jovens, de adultos, de idosos. Afinal, somos todos Igreja e o respeito ao idoso deve ser uma demonstração de maturidade e de respeito em favor de um reconhecimento da colaboração que os idosos oferecem e podem oferecer a Igreja e ao mundo.

EVANGELHO DO DIA

"UM PROFETA SÓ NÃO É ESTIMADO EM SUA PRÓPRIA PÁTRIA E EM SUA FAMÍLIA"
Naquele tempo, 54 dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: "De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55 Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56 E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?" 57 E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: "Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!" 58 E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé. Palavra da Salvação! / Glória a vós Senhor

REFLEXÃO DA PALAVRA


O MESTRE SOB SUSPEITA

A sabedoria de Jesus deixou intrigada a população de Nazaré, onde ele vivera desde a infância: De onde lhe vinham tanta sabedoria e o poder de fazer milagres? Não era possível que o filho de um carpinteiro, bem conhecido no povoado, manifestasse uma sabedoria maior que a dos grandes mestres. Era inexplicável como alguém, cujos parentes nada tinham de especial, falasse com tamanha autoridade. Os concidadãos de Jesus suspeitavam dele, e não acreditavam de que estivesse falando e agindo por inspiração divina. Por este motivo, o Mestre tornou-se para eles motivo de escândalo.
A experiência de rejeição não chegou a desanimar Jesus. Ele se deu conta de estar vivendo uma situação semelhante à dos antigos profetas de Israel. Nenhum deles foi aceito e reconhecido pelo povo ao qual tinham sido enviados. Antes, todos foram desprezados e humilhados, quando não, assassinados de maneira perversa e desumana.
Jesus não perdeu tempo com quem se obstinava em não aceitá-lo. Por isso, não realizou em Nazaré muitos milagres. Seria perda de tempo, acarretaria ainda mais maledicência, acirraria os ânimos do povo. Por isso, seguiu em frente, buscando quem estivesse aberto para deixar-se tocar por sua mensagem. O fracasso não o abateu nem atenuou o ardor com que realizava a missão que o Pai lhe tinha confiado.

SANTO DO DIA


SÃO PEDRO CRISÓLOGO

São Pedro, foi um dos oradores mais famosos da Igreja Católica, e foi educado pelo Bispo dessa cidade Cornélio, pelo qual conservou sempre uma grande veneração.
O Bispo Cornélio convenceu a São Pedro de que no domínio das próprias paixões e no rechaçar dos maus desejos reside a verdadeira grandeza, e que este é um meio seguro para conseguir as bênçãos de Deus.
São Pedro gozou da amizade do imperador Valentiniano e da mãe deste, Plácida, e por recomendação de ambos, foi nomeado Arcebispo de Ravena. Também gozou da amizade do Papa São Leão Magno. Quando passou a ser arcebispo de Ravena, havia nesta cidade um grande número de pagãos. Ele trabalhou com tanto entusiasmo para convertê-los, que quando ele faleceu já eram pouquíssimos os pagãos neste lugar. Seus sermões eram de grande agrado das pessoas e por isso lhe puseram o sobrenome de "crisólogo", que deseja dizer, que fala muito bem. Sua maneira de falar era concisa, sensível e prática. As pessoas se admiravam por suas exortações bastante breves, serem capazes de resumir as verdades mais importantes da fé.
Conservam dele, 176 sermões, muito bem preparados e cuidadosamente redigidos. Por sua grande sabedoria ao pregar e escrever, foi nomeado Doutor da Igreja, pelo Papa Benedito XIII. Recomendava muito a comunhão frequente e exortava a seus ouvintes a converterem à Sagrada Eucaristia em seu alimento de todas as semanas.

quinta-feira, 29 de julho de 2010


ORAÇÃO DA SERENIDADE
Deus, dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu possa, e sabedoria para que eu saiba a diferença: vivendo um dia a cada vez, aproveitando um momento de cada vez; aceitando as dificuldades como um caminho para a paz; indagando, como fez Jesus, a este mundo pecador, não como eu teria feito; aceitando que o Senhor tornaria tudo correto se eu me submetesse à sua vontade para que eu seja razoavelmente feliz nesta vida e extremamente feliz com o Senhor para sempre no futuro. Amém.

HUMORCRISTÃO












O ATEU NO BOSQUE


Um ateu estava passeando em um bosque, admirando tudo o que aquele "acidente da evolução" havia criado.- Mas que árvores majestosas! Que poderosos rios! Que belos animais!Lá ia ele dizendo consigo próprio. À medida que caminhava ao longo do rio, ouviu um ruído nos arbustos atrás de si. Ele virou-se para olhar para trás. Foi então que viu um corpulento urso-pardo caminhando na sua direção. Ele disparou a correr o mais rápido que podia.Olhou, por cima do ombro, e reparou que o urso estava demasiado próximo.Ele aumentou mais a velocidade.Era tanto o seu medo que lágrimas lhe vieram aos olhos.Olhou, de novo, por cima do ombro, e, desta vez, o urso estava mais perto ainda.O seu coração batia freneticamente. Tentou imprimir maior velocidade.Foi, então, que tropeçou e caiu desamparado.Rolou no chão rapidamente e tentou levantar-se. Só que o urso já estava em cima dele, procurando pegá-lo com a sua forte pata esquerda e, com a outra pata, tentando agredí-lo ferozmente.Nesse preciso momento, o ateu clamou: - Oh meu Deus!....O tempo parou.O urso ficou sem reação

O bosque mergulhou em silêncio.Até o rio parou de correr.À medida que uma luz clara brilhava, uma voz vinda do céu dizia:- Tu negaste a minha existência durante todos estes anos, ensinaste a outros que eu não existia, e reduziste a criação a um acidente cósmico. Esperas que eu te ajude a sair desse apuro? Devo eu esperar que tenhas fé em mim?O ateu olhou diretamente para a luz e disse:- Seria hipocrisia da minha parte pedir que, de repente, me passes a tratar como um cristão, mas, talvez, possas tornar o urso um cristão?!- Muito bem - disse a voz.A luz foi embora.O rio voltou a correr.E os sons da floresta voltaram.E, então, o urso recolheu as patas, fez uma pausa, abaixou a cabeça e falou:- Senhor, agradeço profundamente, por este alimento que me deste e que agora vou comer. Amém



A FUGA DO LEPROSO


O Manoel foi preso numa cela em frente à de um leproso. Dia após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas.Até que certa vez, caiu um dedo do leproso. Este o pegou e o atirou pela janela.Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela.Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela.Uma semana depois, caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela.Aí, o Manoel não agüentou mais e pediu uma audiência com o Diretor.- Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente a minha está fugindo aos pouquinhos....



A LOIRA E AS OVELHAS


Cansada das brincadeiras sobre sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.Para comemorar o "novo visual", foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.- Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!- Obrigado!- Se eu acertar quantas ovelhas ha em seu rebanho, eu ganho uma?- Claro! Duvido que a senhora seja capaz!- Sao 627!- Impressionante!!! Esse e o número exato de ovelhas do meu rebanho. Pode escolher uma, ela e sua!A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e a estava levando para o carro quando o pastor chamou:- Moça! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a senhora devolve o meu cachorro?



A VERDADEIRA PÁSCOA


POLÍTICA E SOCIEDADE


ALERTA: A OUTRA FACE DE DILMA ROUSSEFF: CANDIDATA CHAMA NOSSA SENHORA DE " DEUSA"

Trecho da entrevista da candidata Dilma Rousseff ao Brasil Urgente da Rede Bandeirantes de TV (21 de julho)

DATENA – Não sendo nem um pouco criativo, quando fizeram aquela pergunta pro Fernando Henrique, ele demorou três horas e meia para responder… A senhora acredita em Deus?

DILMA – Olha, eu acredito numa força superior que a gente pode chamar de Deus. Eu acredito e… E acredito, mais do que nessa força, se ocê (???) me permitir, acredito na força dessa deusa mulher que é Nossa Senhora.

DATENA – Nossa Senhora de Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de uma forma geral (!!!)…

DILMA – Todas essas múltiplas Nossas Senhoras (!!!) que existem por esse Brasil afora: Nossa Senhora das Dores, das Graças, Aparecida…

DATENA – Porque no fundo, no fundo, elas representam é…

DILMA – Nossa Senhora da Boa-Morte…

DATENA – No fundo, no fundo, Nossa Senhora representa a força que a mulher brasileira tem, né?

DILMA – Representa isso, eu acho, e representa uma coisa que todo mundo precisa: misericórdia. Ela representa muito isso. Proteção! Todo mundo precisa.